Confinamento

Tempos estranhos vivemos, em que um misto de sentimentos, pensamentos e atitudes, nos fazem reagir, actuar e pactuar com posições que, num momento “normal” não o faríamos. Vivemos um período estranho, pois para uma parte das populações de alguns países, estão confinados às suas habitações, ou pelo menos assim é desejável e aconselhável. Porém, e para que estes possam/devam ficar em casa, outros há que, todos os dias se deslocam aos seus trabalhos para garantir segurança, serviços de saúde, serviços básicos e essenciais, correndo assim risco de adoecerem. Esta pandemia, à semelhança de tantas outras que a humanidade já passou, fará com que as sociedades se modifiquem. Resta-nos aguardar, para ver se é para melhor ou pior. Esta pandemia também faz-nos “sentir” algumas das restrições impostas por regimes, que para alguns são democracias. Desde do confinamento, á restrição de movimentos, de comemorações (algumas), até á restrição no acesso a mantimentos, este não por escassez, mas por limitação de pessoas nos espaços. Neste nosso Portugal à beira mar plantado, não fosse este partido (e seus comparsas) a líderar o estado, e tínhamos uma comunicação social e os actuais “donos disto tudo”, 24h por dia, 7 dias por semana a apelidar as medidas de tudo menos de, necessárias à contenção da pandemia.

Por João Vinagre

.