Editorial – 15 de fevereiro

Nos últimos dias em Almeirim não se tem falado de outra coisa a não ser dos assaltos. Não que tenham sido roubadas grandes quantias em dinheiro ou bens, mas é mais pela quantidade de furtos em poucos dias. No exagero têm sido mais as noites com assaltos do que as noites sem problemas.

Parece que alguém anda a “brincar” ao jogo do gato e do rato. Até agora, o rato está a ganhar de goleada. O modus operandi é quase sempre o mesmo e os locais vandalizados são quase sempre fechados. Haverá uma ou outra exceção. Deixem ver se da data em que escrevo este texto até ele ser publicado não há mais um conjunto de acontecimentos (assaltos, ou que finalmente seja capturado o/os assaltantes).

Toda a gente diz em surdina saber quem são os assaltantes e até nos cruzamos com eles nas ruas, mas tudo continua bem até que um dia nos toque a nós. Já não foram só a lojas, cafés ou instituições públicas… já estiveram pelo menos numa casa particular.

À justiça o que é da justiça, e nunca a justiça popular, mas exige-se mais a quem tem o dever de nos proteger. Acreditamos todos que estão a fazer o melhor, mas o melhor ainda é pouco neste caso particular. A nossa terra tem que voltar a ser segura, e não podemos sair de casa com a desconfiança de não sabermos se quando voltarmos está tudo bem ou não.

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