Não há soluções, há caminhos: 14 outubro

Santo Inácio de Loyola juntava sempre à palavra “caridade” a exigência de discernimento. Falava de “caridade discernida”, o que é melhor para o outro naquele momento. Vai muito para além do impulso piedoso, obriga a pensar. Não é o “dou porque estou agora bem disposto”, ou “não dou porque antipatizo com este desgraçado”. Não, a caridade tem de fazer-se com discernimento: A quem? Onde? Como? O quê? Se a caridade não é discernida nem sequer é caridade.
Vasco P. Magalhães, sj
ONDE HÁ CRISE, HÁ ESPERANÇA
Um pensamento para cada dia: ver em tudo o que acontece uma oportunidade de crescimento.

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