Não há soluções, há caminhos: 29 julho

Se fosse na música seria de louvar a arte da fuga, ensiná-la e apreciá-la seria um bom serviço, mas na educação e nas relações sociais a fuga manifesta um triste pessimismo e oportunismo. “Atira-te e depois logo se vê, talvez dê” é fuga para a frente (até no casamento a encontramos), assim fazem alguns e acham-se corajosos. Outros dizem: “não te metas nisto”, “mais vale só que…” Fuga para trás! Também há fuga para o lado, “a culpa é dos outros” ou “faço como eles”. E que tal enfrentar cada situação para ponderar o que é mais justo e responsável? Isso, sim, é fortaleza.
Vasco P. Magalhães, sj
ONDE HÁ CRISE, HÁ ESPERANÇA
Um pensamento para cada dia: ver em tudo o que acontece uma oportunidade de crescimento.

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