Repetição

Entramos numa fase da vida política, que creio, nunca antes vivenciada neste Portugal democrático. Somos governados por um executivo, que não ganhou as eleições, com elementos que participaram activamente na última bancarrota, e para ajudar, também têm ligações familiares altamente
próximas. Falo neste tema, não só porque não compartilho da visão utópica do comunismo/socialismo, mas porque volvidos 10 anos, temos no governo português, aqueles que tiveram culpas directas no desfecho da nossa economia em 2011. Mais me preocupa ver/ler/ouvir pessoas que conheci ao longo da minha vida, algumas com estudos superiores, defenderem este tipo de políticas e decisões. Algumas delas, que são professores, quererem levar os alunos a comungar desta doutrina em que o estado tudo providência e tudo “oferece”. “Esquecem” de dizer que para isso acontecer tem de haver dinheiro, e como o estado não tem nada, só pode obter
esses fundos através dos impostos. Entre 2011 e 2015, estas pessoas queixaram-se que o “malandro” do governo de direita estava a aumentar todos os impostos, e aumentaram muitos, em tempo de crise e de intervenção internacional. E agora, que a “crise” já tinha terminado, aumentaram “brutalmente” imposto directos e indirectos, de tal ordem
que forçaram, sucessivamente o aumento do ordenado mínimo, para criarem a ilusão de aumento de poder de compra e de vida. No nosso concelho, o caminho escolhido é o mesmo, não fosse este um executivo socialista. Criam a ilusão de haver verbas para obras, aquisições, de imóveis e viaturas, etc., mas fazem-no recorrendo a novos empréstimos ou como gostam de dizer, renegociação de dívidas.

João Vinagre
CDS Almeirim

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