Tejo a Copo 2019 colocou à prova produtores e restaurante de Almeirim

Realizou-se no passado dia 9 de março, no Convento de S. Francisco em Santarém, a segunda edição de Tejo a Copo.

Na lista de presenças desta segunda edição do ‘Tejo a Copo’ – a primeira foi em 2017 – constam os produtores: Adega de Almeirim, Adega do Cartaxo, Casa Paciência, Casal Branco, Casal do Conde, Casal das Freiras, Enoport, Falua, Pinhal da Torre, Pitada Verde, Quinta da Alorna, Quinta da Atela, Quinta da Badula, Quinta da Lapa, Quinta da Lagoalva, Quinta da Ribeirinha, Vinhos Lamberia e Vinhos Zé da Leonor. A gastronomia estará representada pelo Dois Petiscos (Santarém) e pelo Cisco – Cozinha Tradicional (Almeirim), restaurantes liderados pelos chefes João Correia e Alexandre Albergaria Diniz, respectivamente.

O Cisco – Cozinha Tradicional, do chefe e proprietário Alexandre Albergaria Diniz, esteve presente neste ‘Tejo a Copo’. Aberto desde 03 de Maio de 2016, na Rua de Coruche, n.º 121 A, em Almeirim. Na sua cozinha são enaltecidos os sabores da cozinha tradicional de Norte a Sul do país. Por conseguinte, é este o ponto de partida da carta do restaurante, onde os dotes de comida de conforto e a apresentação cuidada revelam modernidade e técnica na confecção. Além disso, é visível a aposta forte nos produtos do Ribatejo. O ambiente clássico e acolhedor, e o serviço personalizado complementam o cenário do restaurante. Afinal, é importante lembrar que a sua profunda dedicação à gastronomia portuguesa já lhe valeu o terceiro lugar no concurso ‘Guerra dos Pratos’, transmitido no 24Kitchen e na FOX Life, em 2014; e duas distinções no âmbito do Concurso ‘Tejo Gourmet’: Diploma de Ouro e Prémio de Restaurante Revelação, em 2017, e Diploma de Ouro e Prémio de Melhor Restaurante de Cozinha Tradicional, em 2018.

Os produtores presentes vêm dos vários cantos da região do Tejo, conseguindo-se assim uma oferta mais alargada, refletida nos vinhos. Desde os brancos, mais frutados combinados com aromas florais, aos tintos, dotados de maior complexidade e com boa presença de fruta vermelha, passando pelos rosés, os frisantes e espumantes, mas também os licorosos e colheitas tardias. A variedade envolve, ainda, o clima moderado e, claro, os três tipos de solo: o Bairro, mais indicado para as castas tintas; o Campo, mais propício para as variedades de uvas brancas; e a Charneca, com os seus solos arenosos, mais abrangente no que toca à produção quer de brancos quer de tintos.

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