Não há soluções, há caminhos : 16 novembro

Fala-se muito da eutanásia, isto é, de dar morte ou matar os doentes terminais, os deficientes profundos, os que não querem viver. Mostra-se um ar de misericórdia com os “coitadinhos”: “estão a sofrer”, dizem…

É mais fácil, é mais barato, é menos cansativo acabar com eles, do que atendê-los com dedicação e carinho. Mas quase todos esses doentes se não estivessem sós e não lhes fizessem sentir que são um peso, não queriam a eutanásia. Não duvidem!

Vasco P. Magalhães, sj

.