Quem é Marcelo Mendes?

Quem é o Marcelo Mendes?
Nasci na emigração, em Colmar- Alsácia – França, a 8 de março de 1971. Depois vim com 5 anos e cresci em Coruche até meio da juventude, onde tenho os familiares.
Comecei a fazer rádio em Coruche, e em outubro de 1996 vim para a rádio RCA, em Almeirim, onde passei a trabalhar e a residir.
Hoje sou um profissional freelancer que colabora com diversas entidades nas vertentes da comunicação em geral, desde a escrita e um pouco de jornalismo, voz off em vídeos, e em publicidade institucional áudio, apresentação em palco de todo o tipo de eventos, e festas populares, na sua organização também, por vezes, e até a função de relações públicas. Sou ainda colaborador da Angelus Tv, o novo canal de televisão católico português, presente na MEO, NOS e Vodafone!
Procuro ajudar o próximo, e sou por natureza entusiasta de novos desafios.
A boa disposição é uma característica sempre presente. E, de resto, um ser humano, como tantos outros, em relação a tudo no quotidiano.

De onde veio o gosto e jeito pela comunicação?
Foi surgindo desde sempre, ao longo da infância e adolescência.
Já na escola primária, o Marcelo era o menino que era sempre chamado para comunicar, para representar, até algo parecido com magia apresentei numa festinha.
Depois, algumas referências em casa sobre o meio artístico contemporâneo dos pais e familiares, e o surgimento em Coruche da rádio pirata, na altura, a Voz do Sorraia, adensaram o interesse e o desafio pela área.

Quando e como se estreou na rádio?
Foi a partir do final do ano de 1987, comecei a fazer animação e programas recreativos durante a semana, à tarde, e um programa à noite, “E quando o tempo volta para trás”, que repunha as melodias de sempre durante uma hora, com base essencialmente na discografia do Vítor Amaro, diretor do jornal o Sorraia, durante muitos anos.
Desde então foi regular.  A ligação à informação surge logo a seguir, porque queria algo mais exigente.

O que gosta de fazer nas horas livres?
Tenho algum tempo livre, sim, felizmente e infelizmente, mas sobretudo é mesmo o não fazer nada. No entanto, nessas horas procuro descansar em casa, e/ou atualizar-me na televisão e na internet. Mas também sair e desfrutar com familiares, amigos, fazer visitas pedagógicas e contacto com a natureza.

Tem jeito para fazer comida?
Sim, tenho algum… é uma área que tem vindo a crescer de interesse!

Qual o prato que mais faz e que sai melhor?
Difícil, é quase tudo o que é preciso no dia a dia, mas posso enumerar algumas saladas ricas, massas e temperos, os legumes, carnes magras e peixe grelhado têm ganhado terreno. Há uns peitinhos de frango com cogumelos que saem muito bem!

Como foram as suas férias?
As férias de verão são sempre limitadas porque, em regra, alguns fins de semana e não só, nos meses de verão, são ocupados em palco, na apresentação dos artistas nas festas populares e outros compromissos.
Este ano, em agosto, nos intervalos, estive na quinta dos pais em Vale Mansos, em Coruche, onde ajudei em tarefas, descansei e fui às festas da terra.
Por vezes, com a vida agitada ao longo do ano, algum recato também apetece. Este ano ainda não fui à praia. Mas irei ver o mar… Férias, vão-se tirando!

Qual o local preferido para uns dias de descanso?
Tenho dificuldade em responder, depois de já ter dado quatro voltas a Portugal.
Mas que esse local não seja massificado no turismo, que combine campo e mar, natureza e animais. Temos excelentes opções de turismo rural, onde nos sentimos personalizados!

O Marcelo está também muito ligado ao entretenimento. Qual o espetáculo ou artista que mais gostou de ver e ouvir?
São vários! Porque há bons espetáculos produzidos e cantores em todos os géneros musicais!
Destaco os mais recentes do verão: Ana Moura, Anselmo Ralph, HMB, Matias Damásio, GNR, Quinta do Bill, Quim Barreiros, e até Ana Malhoa e José Malhoa surpreendeu.
Depois sou muito sensível à beleza da música e canto clássicos em áreas mais acessíveis. Carlos do Carmo surpreende por tudo e traz sempre muita pedagogia.

Gosta de música e de dançar?
Sim, gosto muito, a música é uma companhia, e sou muito eclético, como já referi atrás. Gosto de dançar, do tradicional, à música de dança eletrónica.

Qual o momento mais estranho ou marcante que já viveu nos bastidores/camarins?
Tenho alguns! Há alguns anos, nas festas em Vila Nova da Erra – Coruche, acompanhei o ensaio do ator Fernando Mendes, eu estava vestido casual, e pouco antes do espetáculo, surgi de fato para fazer a apresentação.
Com a sua graça habitual, marcou a diferença e o espanto, questionando “és o mesmo gajo de há bocado? De certeza? Não és, não pareces! És outro, pá!”.
Entre bastidores e palco, em 2006, momentos de grande aflição: estava a apresentar o festival de folclore nas Festas de Coruche, em palco dançava o Rancho Folclórico de Fazendas de Almeirim, tivemos de interromper porque foram disparados dois tiros numa tasquinha, que feriram um homem, e foi o pânico e a debandada geral do recinto.
Foi necessário pedir calma às pessoas, para não ocorrerem mais danos pessoais e gerir a entrada da assistência dos bombeiros.

Qual o último livro que leu?
Comecei… Li as primeiras páginas e entretanto dispersei!
Está emprestado neste momento, mas depois retomo: “Marquesa de Alorna”, de Maria João Lopo de Carvalho.

E o último filme?
Escobar: Paraíso Perdido

À Lupa:
Nome: Marcelo Jerónimo Mendes
Filho: Bernardo Miguel Galhardo Mendes
Hobies: Descanso, caminhar, bicicleta, passear e conhecer, música…

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