Não há soluções, há caminhos: 25 agosto

Duarte tinha um cão. E o cão tinha um gato amigo que brincava com um rato de estimação. Duarte queria o cão só para si. E, no dia em que decidiu pôr-lhe uma coleira, o cão fugiu e nunca mais ninguém o viu… Quem quer só para si, sem partilhar, é como quem aperta água na mão: escorre-lhe por entre os dedos.

Vasco P. Magalhães, sj

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