Não há soluções, há caminhos: 4 julho

Será que no coração de cada um de nós ainda há espaço para mais alguém, talvez desconhecido, que sofre e ninguém ouve? Quanto tempo do meu dia dou aos necessitados? Quanto tempo dedica cada um de nós a ouvir, sem defesas nem pressas, os filhos, a mulher, o marido? Às vezes, posso ser eu que necessito de ser ouvido e acolhido. A que porta bater? Se a minha está fechada, não me admire se encontrar as outras assim…

Vasco P. Magalhães, sj

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