Mãe queixa-se da comida servida na escola Febo Moniz. Agrupamento reage

A mãe de uma aluna da Escola Febo Moniz denunciou nas redes sociais a má qualidade da comida servida no refeitório da escola.

Num post no facebook que é acompanhado por uma imagem, a mãe da aluna diz que para “além de ter o aspecto que tem sabia a azedo, diz a minha filha”.

O responsável do agrupamento já disse ao nosso jornal que “não teve informação de qualquer reclamação sobre a comida servida no refeitório feita de forma séria e honesta no local próprio que será sempre a escola, feita diretamente à direção, coordenadora ou secretaria”.

Alertado pela associação de pais, apesar de estar ausente do país, José Carreira foi à procura de informação e o que “posso dizer é que o publicado não corresponde inteiramente à realidade”.

“O aspeto da refeição está correta e as razões são o facto da massa ser branca, os ingredientes para o molho terem resultado também na cor clara e o bacalhau que foi fornecido previamente desfiado, ficar desfeito após cozinhado (esta é a verdade que é indesmentível). O grave, revoltante e completamente falso é que a comida saiba a azedo pois todos os dias é cozinhada e preparada no local com supervisão minha ou de pessoas da minha confiança. Nem sempre o que tem mau aspeto sabe mal, podendo eu indicar vários exemplos de comida com aquela aspeto, tal como por. Ex bolonhesa ou bacalhau com natas ou até mesmo enguias. Neste caso como não era um prato assim tão conhecido originou esta notícia”, explica.

O diretor do agrupamento ainda garante “que me responsabilizo pela cozinheira e comida servida neste refeitório e que esta situação será reportada à empresa, no sentido de tentar substituir o bacalhau neste formato por outro que resulte num aspeto mais atraente. Ainda hoje cinco pais almoçaram na cantina e constataram a qualidade da comida as condições de conceção que reforço, garanto pessoalmente, ficando inclusive revoltados pela publicação”.

Já depois da reação do Agrupamento, o pai da aluna diz que “hoje a filha foi abordada por uma funcionária do refeitorio que queria obriga-la a apagar a foto e não era a primeira vez que acontecia”.

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