Pampilho ao Alto XXV

Saco de Boxe: Entre o neo liberalismo activo, descarado ou subtil , representativo de um capitalismo manhoso, sem escrúpulos, insaciável de dinheiro e poder e a irresponsabilidade de alguns dirigentes sindicais igualmente manhosos, calculistas e ciosos de exibir ou justificar as mordomias de que beneficiam, a maioria destes obedecendo a ordens dos partidos políticos que os colocaram nessa posição de privilégio, fica o saco de boxe que se chama povo. Este saco de boxe de tanto levar de uns e de outros, está muito esfarrapado, e, sem culpa directa do estado de farrapo a que chegou, ainda tem que suportar pelos impostos os custos altíssimos dos remendos necessários. Uns e outros, capital e sindicatos do sector público ou empresarial do Estado, parecem viver em mundos distantes da realidade quotidiana daqueles a quem sugam a seiva que lhes permite apresentarem-se como arvores frondosas num jardim seco e decrépito. Os primeiros “o capital”, porque embora sabendo o estado calamitoso do País, continuam a voragem, deixando pelo caminho os esqueletos daqueles que aniquilaram e que têm suportado a sua voragem vampiresca pouco ou nada se importando se no advir todos seremos esqueletos. Os segundos, “os sindicatos”, especialmente os das profissões ditas estratégicas, quase todas ligadas ao sector público estatal, porque independentemente dos prejuízos astronómicos causados pela gestão política e danosa destas empresas , não hesitam em promover greves que têm como resultado final o agravamento desses prejuízos e, consequentemente, o agravamento das condições de vida daqueles que, pelos impostos, têm de pagar esses desvarios. Seria bom que os dirigentes sindicais, ao invés de greves, promovessem a denúncia da gestão danosa de que são alvo algumas empresas públicas e, não se servissem dessa circunstância para reivindicar mordomias (que todos temos de pagar) que já estão muito acima do razoável, e só possíveis em empresas sustentadas com o dinheiro sugado a todos os que fazem parte do saco de boxe. De um lado e de outro, haja contenção e respeito por todos os que na revolta do silêncio se vão resignando e pagando, mas não se dá doutrina a um estômago vazio, e a paciência tem limites. Entre o neo liberalismo activo, descarado ou subtil , representativo de um capitalismo manhoso, sem escrúpulos, insaciável de dinheiro e poder e a irresponsabilidade de alguns dirigentes sindicais igualmente manhosos, calculistas e ciosos de exibir ou justificar as mordomias de que beneficiam, a maioria destes obedecendo a ordens dos partidos políticos que os colocaram nessa posição de privilégio, fica o saco de boxe que se chama povo. Este saco de boxe de tanto levar de uns e de outros, está muito esfarrapado, e, sem culpa directa do estado de farrapo a que chegou, ainda tem que suportar pelos impostos os custos altíssimos dos remendos necessários. Uns e outros, capital e sindicatos do sector público ou empresarial do Estado, parecem viver em mundos distantes da realidade quotidiana daqueles a quem sugam a seiva que lhes permite apresentarem-se como arvores frondosas num jardim seco e decrépito. Os primeiros “o capital”, porque embora sabendo o estado calamitoso do País, continuam a voragem, deixando pelo caminho os esqueletos daqueles que aniquilaram e que têm suportado a sua voragem vampiresca pouco ou nada se importando se no advir todos seremos esqueletos. Os segundos, “os sindicatos”, especialmente os das profissões ditas estratégicas, quase todas ligadas ao sector público estatal, porque independentemente dos prejuízos astronómicos causados pela gestão política e danosa destas empresas , não hesitam em promover greves que têm como resultado final o agravamento desses prejuízos e, consequentemente, o agravamento das condições de vida daqueles que, pelos impostos, têm de pagar esses desvarios. Seria bom que os dirigentes sindicais, ao invés de greves, promovessem a denúncia da gestão danosa de que são alvo algumas empresas públicas e, não se servissem dessa circunstância para reivindicar mordomias (que todos temos de pagar) que já estão muito acima do razoável, e só possíveis em empresas sustentadas com o dinheiro sugado a todos os que fazem parte do saco de boxe. De um lado e de outro, haja contenção e respeito por todos os que na revolta do silêncio se vão resignando e pagando, mas não se dá doutrina a um estômago vazio, e a paciência tem limites.