Última hora: Família acusada de tráfico humano sai da prisão

Os dois irmãos vão ficar com pulseira electrónica, enquanto que as mulheres saem da prisão e ficam com termo de identidade e residência. Os quatro vão responder por tráfico de humanos.

Os dois dos funcionários que estavam em prisão domiciliária não foram pronunciados, considerando o tribunal que não foram cometidos crimes. Estas decisões foram tomadas esta terça-feira, como resultado da decisão instrutória.

O caso do alegado Tráfico Humano que levou de buscas e detenções em Almeirim no verão de 2015 já tem acusação formal do Ministério Público.

O Almeirinense sabe que ao todo, entre pessoas e empresas, há 35 arguidos.

No caso das pessoas de Almeirim, as quatro que estavam em prisão preventiva eram inicialmente acusadas de: Um deles de co-autoria dos crimes de tráfico de pessoas, burla relativa a trabalho ou emprego, falsificação de documentos, associação criminosa em autoria e concurso real, dos crimes de ofensa à integridade fisíca simples e ameaça agravada;

O irmão de co-autoria e concurso real dos crimes de tráfico de pessoas, burla relativa a trabalho ou emprego e associação criminosa;

As companheiras dos dois primeiros arguidos eram também ambas acusadas de co-autoria e concurso real dos crimes de tráfico de pessoas e adesão a associação criminosa.

Os dois funcionários que, entretanto, foram colocados em prisão domiciliária eram acusados de co-autoria e concurso real dos crimes de tráfico de pessoas e adesão a associação criminosa.

O outro funcionário, que entretanto foi retirada a prisão domiciliária, é acusado de co-autoria e concurso real dos crimes de tráfico de pessoas, falsificação de documentos e adesão a associação criminosa.  O arguido que trabalhava numa clínica em Santarém é também acusado dos mesmos crimes.

Estavam ainda pelos menos oito cidadãos estrangeiros acusados pelo Ministério Público.

No verão do ano passado, a Polícia Judiciária, através da Unidade Nacional Contra Terrorismo (UNCT), em inquérito titulado pelo DCIAP, deteve seis homens e duas mulheres, com idades compreendidas entre os 33 e os 53 anos, presumíveis autores crimes de associação criminosa, tráfico de pessoas, falsificação de documentos, ameaças e ofensa à integridade física. Das oito pessoas, sete delas são de Almeirim e residem na cidade, a oitava pessoa é de Santarém.

(em atualização)

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