GRANICENTRO desde 1986 a transformar mármore e granito

Tem um vasto leque de clientes a nível nacional e internacional, satisfazendo não apenas o mercado profissional mas também o consumidor privado. Todo este processo é suportado por tecnologia adequada e profissionais competentes que permitem complementar a qualidade dos materiais com o mais elevado padrão de acabamentos. A Granicentro proporciona um atendimento personalizado, preços competitivos, um aconselhamento técnico experiente, o cumprimento de prazos de entrega e a garantia de que qualquer que seja o projeto que o cliente tenha em mente, sendo executado com todo rigor e seriedade.

 

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O que é Granicentro?
Especialmente direcionada para a Arte Funerária, a GRANICENTRO tem ao dispor dos seus clientes uma das maiores exposições de arte funerária da zona centro onde estes podem encontrar uma vasta gama de campas de diversos modelos e em diversos tipos de pedra bem como acessórios funerários diversos, que lhes permitem perpetuar a memória dos seus entes queridos.
Ao nível da Construção Civil, fornecemos todo o tipo de pedra para revestimento de fachadas, pavimentos, cantarias, escadas e bancadas de cozinha. Efetuamos ainda lareiras, remodelações, restauros e diversos trabalhos artísticos que vão desde as esculturas aos mais diversos objetos decorativos.

Porquê esta área?
A arte de trabalhar a pedra é uma paixão e, ao mesmo tempo, uma tradição familiar que vem desde longa data. Desde o tempo do meu pai que já está nos “oitentas”, passando pelos meus irmãos, aqui pela região toda a gente conhece ou já ouviu falar nos “Filipes” dos Mármores. Cresci neste meio, fui vendo e aprendendo como se fazia e acabei por seguir as pisadas da família, ficando também ligado a este ramo de negócio.

Trabalha numa área sensível. Lida bem com a morte?
Todos nós nascemos e partimos sem pedir. É o processo natural da vida. Claro que não é uma área de negócio fácil, sobretudo quando estamos a vender uma campa para alguém que conhecíamos ou que pertencia ao nosso círculo de amigos. No entanto, tento abstrair-me e faço um esforço por não absorver a angústia dos familiares pois se o fizer não conseguirei manter o distanciamento necessário para prestar um bom atendimento e aconselhar o cliente no sentido do produto que melhor serve as suas necessidades.

As pessoas já trazem ideias definidas do que querem comprar?
Nem sempre. Existem alguns clientes, sobretudo pessoas que perderam familiares na flor da idade, que querem algo “diferente” do comum, um produto totalmente personalizado a seu gosto e que, por vezes, nem é cabível de executar, embora para eles faça todo o sentido uma vez que o que lhes vai na alma não pode ser traduzido em palavras. Nessas situações é fundamental o aconselhamento técnico e a experiência da Equipa da GRANICENTRO, que assenta no princípio da troca de ideias e se baseia em passar para o papel aquilo que o cliente idealizou, até se chegar a um consenso.
Outros há que apenas pretendem algo simples, nem sabem muito bem o quê porque nunca passaram pela situação, mas que desejam prestar uma última homenagem ao familiar que perderam, mantendo todo o zelo possível na sua última morada. Nestes casos, solicitam a nossa ajuda até conseguirem encontrar algo que os satisfaça. Dada a grande variedade de produtos que temos em exposição, acabam por escolher facilmente e têm sempre a possibilidade de personalizar o produto adicionando os acessórios que entenderem.
Já teve clientes que vieram escolher artigos para eles próprios?
Claro que sim. Existem muitas pessoas preocupadas com a sua última morada e pelas mais diversas razões. Umas vêm porque não querem deixar trabalho aos filhos após o seu desaparecimento ou, não tendo descendentes, não confiam em ninguém para zelar, um dia, o local onde forem colocados. Outros fazem mesmo questão de escolher tudo em vida, pois encaram a morte com muita naturalidade e assim têm a certeza de que todas as suas últimas vontades se cumprirão. Quer ao nível de campas, quer ao nível de jazigos, são muitas as pessoas que, hoje em dia, já têm a mentalidade completamente preparada para o inevitável dia da partida e que, por isso, não têm qualquer problema em tratar do assunto em vida.

A morte é o que temos mais certo… Já escolheu a sua campa e/ou jazigo?
Curiosamente, nem penso nisso. Estou consciente de que, como todas as outras pessoas, será esse o meu destino e, às vezes, até brinco com o assunto dizendo que a morte um dia destes me leva, tal é a agitação diária e a pressão que se vive, sobretudo em épocas de maior volume de trabalho como é, por exemplo, esta altura dos Finados, a Páscoa e o Natal. No entanto, considero que não vale a pena ficar deprimido ou ocupar demasiado o cérebro pensando no que é inevitável. Costumo dizer que “quem vier atrás que feche a porta” e vamos andando e trabalhando enquanto houver saúde. Tenho uma vida bastante preenchida, pois é preciso pulso firme para manter uma empresa sólida nos dias que correm, mas se há coisa de que me orgulho é de cumprir sempre o que assumo perante os clientes, pois como diziam os antigos, para mim “a palavra vale mais que o dinheiro!”

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